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Nasci em 1990 na província de Treviso, Itália, e desde que me lembro leio muito e tento escrever.
Tenho bacharelado em Comunicação Interlinguística Aplicada pela antiga Escola Superior de Línguas Modernas para Intérpretes e Tradutores da Universidade de Trieste, com formação em francês, espanhol e português.
Para aprofundar meus estudos, mudei-me primeiro para Veneza, onde cursei o mestrado em Línguas e Literaturas Europeias, Americanas e Pós-coloniais na Universidade Ca' Foscari, e depois para Vitória (ES), onde realizei parte da formação na UFES.
Em 2018, iniciei o doutorado em Estudos da Tradução na UFSC, em regime de cotutela com a Universidade Ca' Foscari de Veneza. Defendi a tese em 2022, investigando a recepção da obra de Jorge Amado na Itália e as representações da mulher e do Brasil nos paratextos das traduções italianas de seus livros.
Em 2023-2024 ganhei uma bolsa CAPES para a minha pesquisa de pós-doutorado sobre a história da tradução de escritoras brasileiras na Itália.
Atualmente moro em Florianópolis (SC) e continuo desenvolvendo pesquisas na área de história da tradução, com foco na circulação da literatura brasileira na Itália.
Continuo traduzindo, lendo muito, ensinando português e italiano e escrevendo.
Conclusão: para se sentir confortável e mesmo loquaz em outro idioma, é necessária a imersão total no estrangeiro e no esquecimento: que não haja rastros do home que ficou para trás. Mas quando é que trazemos conosco esse home? Quando é que essa estrangeirice vira parte de nós mesmos?
Sylvia Molloy, Viver entre línguas, 2018
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